Justiça argentina denuncia líder de seita e outros 20 russos por tráfico sexual

  • 04/04/2025
(Foto: Reprodução)
A imprensa argentina identificou o líder da organização, que está detido na cidade de Rawson, perto de Bariloche, como Konstantin Rudnev, fundador da seita Ashram Shambala que se expandiu pela Rússia durante a década de 1990. Bandeira da Argentina Unplash A Justiça Argentina denunciou um suposto líder de seita e outras 20 pessoas de nacionalidade russa por integrarem uma organização criminosa "para fins de tráfico sexual e redução à servidão", informou o Ministério Público nesta sexta-feira (4). ✅ Clique aqui para seguir o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A organização capturou uma jovem de 22 anos que foi trazida da Rússia. Em 21 de março, ela deu à luz a um bebê, em Bariloche, assegurou o MP em comunicado. A cidade fica 1.500 km de Buenos Aires. Segundo os promotores, o objetivo era registrar o recém-nascido como filho do líder da seita para que ele pudesse adquirir a nacionalidade argentina e depois viajar ao Brasil. A imprensa argentina identificou o líder da organização, que está detido na cidade de Rawson, como Konstantin Rudnev, fundador da seita Ashram Shambala que se expandiu pela Rússia durante a década de 1990. A promotoria informou que o líder foi condenado a 11 anos de prisão por abuso sexual na Rússia e fugiu de Montenegro, onde era procurado pelas autoridades desde 9 de outubro. LEIA MAIS Morre ex-cardeal americano Theodore McCarrick, expulso da Igreja por acusações de violência sexual DJ brasileira é presa em Portugal suspeita de comandar rede de prostituição Durante a prisão, ele tentou ferir a si mesmo no pescoço com uma lâmina de barbear que levava em sua carteira, mas foi rapidamente contido pelos oficiais. O recrutamento da mulher ocorreu por intermédio "de um espaço espiritual e de prática de ioga de fachada" e "se aproveitou da situação de extrema vulnerabilidade da vítima", informou o MP. Algumas das mulheres detidas tinham partes da cabeça sem cabelo e estavam extremamente magras. O promotor revelou perante o juiz que a organização "autorizava as rações de comida, de compras de diversos produtos e determinava jejuns obrigatórios como forma de punição". Dos 21 acusados, 13 permanecem presos e o restante está em liberdade condicional.

FONTE: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2025/04/04/justica-argentina-denuncia-lider-de-seita-e-outros-russos-por-trafico-sexual.ghtml


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